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Mankara Tori: Batalha Nas Docas - Capítulo 12 (T1) | Light Novel Universo

Atualizado: há 6 dias

Capa da Light Novel Mankara Tori: Batalha Nas Docas - Capítulo 12 - Temporada 1


CAP 12 | Batalha Nas Docas



Quando se prepara para sair e ir ao encontro de Caos Menor e Tila Nurdes, Mankara Tori sente uma estranha presença se aproximando. Depois, ele percebe que há mais do que um indivíduo chegando. Ao olhar na direção de um antigo estaleiro, o mago vê saindo, de dentro do local, uma linda mulher de longos cabelos verdes. Ela usa o mesmo tipo de vestimenta de Valkerrar e está acompanhada de dois homens imensos, cada um com mais ou menos 1,80 e 1,90 de altura. Fortes, eles possuem só a metade de um dos bigodes.


“Só dá maluco com problema no barbeiro ...”


Então, inesperadamente, Mankara Tori observa, atrás do sinistro trio, diversas pessoas com roupas rasgadas, descalças e desprovidas de qualquer pelo no corpo. Entretanto, o que chama atenção naquelas lastimáveis figuras humanas são os olhos cadavéricos.


“O que está acontecendo por aqui ...”


As pessoas desformes estão presas, umas às outras, por imensas cordas verdes neon que saem dos ouvidos daquelas pobres criaturas.


“Eles ainda estão vivos?”


Ao ver aquela cena, Mankara Tori pega duas cartas das mangas e as dispara em velocidade. A mulher, vendo que os objetos estão indo na direção do rosto dela, inclina a cabeça para o lado e se desvia do ataque sem dificuldade. Entretanto, após a ação da adversária, o verdadeiro alvo do mago é revelado. Com um olhar sério, resguardado e sombrio por trás dos olhos cerrados, quase fechados, Mankara Tori faz movimentos com as mãos. Aqueles gestos sutis fazem a primeira carta mudar de direção constantemente. Assim, o objeto corta as cordas que unem as pessoas mantidas na terrível condição de tristeza e agonia. Em seguida, a segunda carta arranca as cabeças delas, que, instantaneamente, transformam-se em poeira negra.


“Não estavam vivas ... Não havia nenhum sinal de batimentos cardíacos naquele “cardume” ...”


Um dos homens do trio, após observar o que Mankara fez, começa a bater palmas.


- Deixou as coisas bem mais fáceis para você! Acabou com nossos prisioneiros, pois sabia que iriamos lançar eles contra ...


Então, antes de terminar de falar, o grande homem começa a se desequilibrar e cair. Nisso, Mankara mantem a postura séria e sussurra algo para si mesmo.


- Quem disse que as cartas tinham terminado o serviço delas.


As duas “navalhar voadoras” tinham surgido pelas costas do adversário e cortaram as pernas dele em alturas diferentes. Enquanto o oponente ainda segue em ao direção chão, as cartas voltam para o corpo em queda e terminam por fatiar o inimigo diversas vezes. O outro homem, vendo que não terá tempo para falar, levanta os porretes que carrega e invoca um grande cometa de energia verde. O ataque, do tamanho de um caminhão, é arremessado contra Mankara Tori. O mago, que já estava correndo na direção da nefasta dupla, consegue se esquivar do impacto que o golpe causa no chão. Nisso, uma imensa nuvem de areia e poeira se levanta. O homem e mulher tentam observar por onde Mankara irá sair de dentro da cortina de fumaça. Nesse momento, a oponente sente algo ruim.


“Ele é muito habilidoso e deve ter anos de experiência em combate ... Por que ele está aqui? Eu sinto que, infelizmente, teremos uma luta prolongada ...”

 

Do nada, sem que a dupla espere, Mankara Tori já está do lado da mulher de cabelos verdes. Ele segura uma carta na mão e o rosto está encoberto pela sombra dos postes e das árvores próximas. Os olhos dele brilham com um azul que é entremeado por um vermelho escarlate intenso. Antes que ela pudesse fazer qualquer movimento, a cabeça da figura cruel é arrancada pelo movimento da carta ... Um ataque preciso e certeiro, que faz com que o todo o corpo dela vire fumaça negra em seguida.


“Falta um ...”

 

Quando o último oponente vai na direção de Mankara, o mago, simplesmente, estende a mão e pega uma carta que transpassa o corpo do adversário. Imediatamente, o inimigo solta, sem força, os porretes que carrega e vira fumaça negra.


- Pagaram pelo que fizeram ...

 

Mankara Tori olha os montes de poeira negra que estão à frente dele. Com um semblante triste, ele pega a carta Estoque de Luz que usou para recolher o corpo de Valkerrar. Ao passar o item sobre os restos mortais dos adversários, as cinzas são absorvidas pelo objeto. Então, após ver o status da carta, o mago confirma que, agora, ela tem um novo título: “Exército Dos Mortos” - a magia especial necromante. Isso acontece, pois Mankara acumulado mais de 200 inimigos derrotados numa mesma carta de Estoque de Luz.


“Quando eu achar o responsável por isso tudo aqui, eu não vou me segurar para dar o que esse infeliz merece. Torço que as almas, das vítimas que aquele trio fez, tenham dado entrada nos planos astrais aqui da Inglaterra ... Pelo menos, isso ...”

 

Ao se levantar, o mago constata que mais duas pessoas se aproximam. Uma porta um rifle, enquanto o outro duas imensas adagas na mão. Após perceber que o atirador está fazendo mira, Mankara pula e rola pelo chão, em direção a um tambor na entrada do armazém. Logo em seguida, diversos disparos atingem a estrutura de metal no local. Mankara lança, novamente, uma das cartas que usou antes, mas essa é atingida, em pleno ar, por um tiro. O item cai no chão como um simples pedaço de plástico. Freneticamente, o homem com as adagas corre, enquanto o atirador o dá cobertura e faz diversos disparos.


“Posso sentir que um dos inimigos se aproxima devido a energia assassina que ele emana.”


Quando o atirador menos espera, um caminhão vem pelas costas e acerta o sniper impiedosamente. Ao olhar para trás, o comparsa tenta entender o que aconteceu, mas só tem tempo sentir um chute nas costas. Em frações de segundos, o mago tinha saído do esconderijo e já estava ali, numa outra luta corporal. Quando o assassino vira para tentar dar um golpe com a faca, Mankara Tori abaixa e acerta um soco espirituoso no pulso do cara. O golpe dilacera os ossos do oponente e a arma, que o mesmo carrega, cai como um pedaço de ferro inerte. Entretanto, girando o corpo, Tori consegue pegar a faca com a boca e, continuando o movimento de giro, fica de frete para o oponente, que teme o pior.


“Ele é um monstro! A coiote não falou nada sobre isso!”


Mankara “cospe” o objeto para o lado e agarra a arma com a mão direita. Nesse instante, ele carregar a faca com poder espiritual e faz um corte no ar. Assim, uma rajada de energia divide o corpo do inimigo em duas partes.


- Impossív ... vel ...


O atirador se levanta tonto e vê que o caminhão não era pilotado por alguém.


- O que aconteceu?


Ao longe, Mankara se ergue.


- Eu vi que você tem uma mira perfeita e eu não posso desperdiçar minhas cartas. Teletransportei, para trás de você, uma carta Estoque de Fogo que continha um caminhão em pleno movimento. Como eu imaginei, você não teve o tempo de reação necessário para acertar as rodas do veículo. Afinal ... Como você poderia sentir um objeto sem poder ou magia se aproximando. Ele só fez barulho quando tocou o solo, bem depois de te acertar. Eu dou aula de biologia, mas essa é a vantagem de se estudar física e saber que um caminhão capturado a 120 km/h irá preservar a quantidade de movimento após eu liberá-lo da carta.


Quando o atirador tentar posicionar a arma para acertar Mankara Tori, o mago saca um pequeno revólver de ouro e atira para destruir a mão do alvo. Depois ... Outra bala e a mão esquerda do oponente é inutilizada.

  

- Nada de disparos para você.


Em segundos, Mankara está na frente do sniper.


- Agora ... Responda! Tem alguma ideia do que está acontecendo por aqui? Eu acabei de lutar com pessoas que tinham prisioneiros parecidos com os que já vi em um lugar muito distante daqui. Além disso, eu acho que você é um pistoleiro do velho oeste. Então ... Diga-me! Sabe ou não sabe?


- Se você quer respostas, está perguntando para a pessoa errada. Eu só lembro de estar num lugar imenso. As paredes eram de metal e havia quatro imensas estátuas. Eu estava junto com um monte de pessoas que, eu tenho certeza, eram dos piores tipos possíveis. Então, no alto de um imenso palco, um homem, vestindo um capuz, disse que deveríamos sair e espalhar o caos e terror. Ele destacou que não deveríamos nos preocupar, pois, após 24 horas, todos nós estaríamos mortos novamente. Tínhamos um pequeno período para transformar a Inglaterra no inferno sobre a Terra.


Após escutar aquelas palavras, Mankara Tori confirma o que imaginava estar acontecendo. Após atirar na cabeça do pistoleiro, o mago corre em direção ao local onde tinha escutado gritos pedindo por socorro. Em alguns minutos, ele encontra um cenário de horror. Diversos motoqueiros e cavaleiros medievais estão caçando as pessoas pelas ruas. Sem pensar duas vezes, ele libera o pequeno exército de mortos-vivos que tinha criado a pouco. Em segundos, as ruas de um pequeno bairro da região costeira da Inglaterra viram um campo de guerra. Em meio ao caos instalado, Mankara aproveita a distração, criada pelas marionetes que ele controla, para ir derrotando os adversários. O mago, então, usa a carta ÁS DE ESPADAS, que não tinha sido destruída pelo pistoleiro, sem parar e de modo freneticamente alucinante. O item sai fatiando tudo que encontra pelo caminho.


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