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Lua Volie: Irmãs Na Fábrica - Capítulo 16 (T1) | Light Novel Universo

  • Foto do escritor: Light Novel Universo
    Light Novel Universo
  • 23 de fev.
  • 4 min de leitura

Atualizado: 1 de mar.

Capa da Light Novel Lua Volie: Irmãs Na Fábrica - Capítulo 16 - Temporada 1


CAP 16 | Irmãs Na Fábrica



No apartamento, Darkan começa a tentar buscar por informações de quem teria sido o responsável por ter dado ordens para o Jax acabar com ele. Não só isso, Darkan procura mais informações sobre conversas e relatórios secretos de pessoas ligadas às indústrias Mork.


- Isso é ruim. Pelo que estou conseguindo acessar, o Jax estava mantendo conversa com o diretor geral das fábricas dessa região. Só que o Jax não trabalhava com encanamentos e manutenção de bombas hidráulicas. Essa conversa deles está em código. Se eu estivesse no escritório, eu conseguiria usar meu computador que acabei deixando por lá. Eu deveria ter trazido ele comigo.


Usando o notebook que pegou antes de deixar o local de trabalho, Darkan continua a investigar mais pessoas com as quais Jax pudesse ter mantido contato nos últimos meses. Os olhos do rapaz movem-se num ritmo frenético em frente ao visor, enquanto um conjunto denso de informações criptografadas refletem nas lentes do par de óculos que ele usa.


“Isso tudo é muito ruim ...”


Nas indústrias Mork, Minu aproxima o carro do guarda que está na guarita do estacionamento. Com um sorriso educado e singelo, ela olha para o homem enquanto lhe entrega um cartão.


- Senhorita Minu. Já estamos a sua espera. Por favor, siga a diante e virá a primeira esquerda, depois do carro verde. Lá tem vagas disponíveis para visitantes.


- Muito obrigada. Torço não demorar hoje por aqui. Sabe como são essas inspeções surpresas que mandam a gente realizar de última hora. Ainda estou cheia de trabalho pra fazer no escritório.


- A fábrica quase teve de parar por conta. Eu ainda acho ridículo mandarem a secretária fazer esse tipo de serviço. O consulado tá com falta de fiscal?


- Tá todo mundo nas outras fábricas. Hoje o expediente de todo mundo tava ocupado já. Não tínhamos nenhum fiscal de folga. Pra piorar, um pediu demissão justo hoje. Acho que o chefe iria colocar ele pra vir até aqui. Como eu acabo sendo a bucha pra toda obra ... Cá estou eu!


Minu dá uma piscadinha de olho e segue com o carro, passando pela guarita. Alguns minutos depois, quem chega no mesmo estacionamento é Lua Volie.


- Olá policial. Deseja alguma coisa?


- Sim! Queremos falar com o gerente. Avise-o que estamos aqui.


- Vocês marcaram hora?


- Não ... É só uma visita de cortesia para esclarecer algumas coisas antes que tudo vire um problema sério. Ligue pro pessoal lá dentro e pergunte se posso entrar para uma conversa amiga ou se precisarei voltar com um mandato e um grupo de 50 policiais para fazermos um pente fino aqui dentro.


- Um minuto. Seu nome?


- Lua Volie ... Detetive Lua Volie e a cadete Sônia Elner.


O guarda liga, enquanto faz um rosto pensativo.


- Volie? Acaso, você é parente da Minu Volie?


- Minha irmã! Como a conhece?


- Ela acabou de entrar há pouco tempo, pois o consulado de Sápotas solicitou uma inspeção surpresa na fábrica. Como eles não tinham um fiscal, enviaram a Minu. Eu lembrei do sobrenome pois li no cartão que ela apresentou aqui na entrada.


- Olha só! Então o pessoal aqui não vai se incomodar com a minha presença. Já vão estar todos tensos com a inspeção mesmo.


Após alguns minutos esperando atenderem à ligação, o guarda finalmente consegue falar com alguém do administrativo.


- Entendido. É pra deixar, então! Perfeito!


- Viu ... Não disse que não teria problema Sr. Guarda!


- Estão liberadas para entrar. Só vou precisar da identidade da cadete ... A sua, detetive, não é necessário, pois informaram que você já é figura conhecida de todo mundo aqui dentro.


- Verdade! Falar nisso, você é novo aqui na guarita! Eu conheço desde o diretor dessa fábrica até o Sr. Rirde da limpeza. Falar nisso ... Se o vir, diz que mandei um abraço.


Enquanto Lua monstra conhecer todos ali dentro, Sônia entrega a identidade para o guarda. O homem, então, coloca o documento dentro de um porta-objetos numa gaveta com senha.


- Ele tá de licença detetive ... Torceu o tornozelo, mas nada de grave. Uns dias em casa e já estará de volta. Cadete, você pega sua identidade comigo na saída.


- Perfeito! Então vamos! Não acredito que vou conseguir tomar um café com a Minu ao sairmos daqui, mas quero dar um olá pra ela! Até daqui a pouco Sr. Guarda!


- Até detetive! Até cadete!


Lua segue com o carro e procura por uma vaga. Entretanto, ao ficar longe da guarita, a expressão do rosto dela muda de fisionomia.


- Merda! Se o consulado de Sápotas já pediu uma inspeção ... É coisa séria e tem haver com aqui mesmo.


- Lua, mas isso não seria bom. São mais indícios do envolvimento da Mork com o contrabando de tecnologia. Eu acabei de confirmar com o setor, o mandado de busca será expedido em alguns minutos e estão mandando reforços para cá.


- Reforços!? Ué!


- Enquanto você conversava com o guarda e ele ligava para permitir nossa entrada, eu avisei a central que solicitaram uma inspeção surpresa aqui na Mork. Antes que eu pudesse pedir, eles designaram nove carros para nos dar apoio.


- Eu fico te devendo essa Sônia! Acho que será bom mesmo! O que mais me preocupa é a minha irmã aqui dentro. Ela se faz de misteriosa, mas é muito nerd ...



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