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Lua Volie: Tiroteio Na Morck - Capítulo 18 (T1) | Light Novel Universo

Atualizado: há 21 horas

Capa da Light Novel Lua Volie: Tiroteio Na Morck - Capítulo 18 - Temporada 1


CAP 18 | Tiroteio Na Morck



Após conseguir escrever para o chefe sobre o que aconteceu, Minu espera por resposta. Ela dirige em direção a saída, mas nenhum sinal de retorno.


“O chefe nunca demora a responder. O que está acontecendo?”


Então, ao passar pela portaria, Minu percebe que o guarda está morto com um tiro no pescoço. Imediatamente, ela arranca com o carro e quebra a cerca que impede a passagem. Poucos minutos depois, ela escuta carros de polícia chegando ao local.


- Droga! Foi por muito pouco. Gârdhera cortou o sinal de comunicação da região para impedir que a Mork transferisse qualquer tipo de dados ou informações.


Nos andares de acesso restrito, a produção de equipamentos altamente tecnológicos é interrompida e os funcionários são orientados a seguirem para os contêineres de segurança no subsolo. Então, um deles fica sem entender o que está acontecendo, mas uma moça logo explica a situação.


- Gârdhera tem uma política muito rígida com relação a contrabando de tecnologia, mais especificamente de biotecnologia. Quando uma empresa é descoberta burlando o sistema, eles punem a alta cúpula e investigam por meses os demais funcionários. Toda empresa precisa ter esses contêineres de segurança. Numa ação de fechamento de fábrica, a alta cúpula é presa e os funcionários só podem sair após serem revistados pela Guarda de Elite de Gârdhera. Onde você trabalhava antes?


- Eu era do setor de química de asfalto numa empresa que faliu. Consegui esse emprego ontem. Lá não tinha isso.


- Eles não deveriam operar nada com biotecnologia. Por isso faliram. Só as empresas que detêm conhecimento avançado sobrevivem aqui em Gârdhera. Vamos! Hoje o dia de trabalho está perdido ... Falar a verdade, todo o mês.


Lua e Sônia andam com cautela pelos corredores. Alguns funcionários passam por elas, mas tudo ainda está normal.


- Sônia ... A gente já tá aqui dentro. Então vamos nos apressar para prendermos os gerentes daqui.


- Lua! Você acha que vai ser igual a outra ...


Antes que a cadete pudesse terminar de falar, Lua abaixa a cabeça da jovem e dá quatro tiros em sequência na direção do almoxarifado.


- Vem Sônia! Abaixa!


Quatro seguranças caem no chão e mais dois surgem ao longe. As policiais se escondem atrás de uma parede, mas começa uma intensa troca de tiros.


- Não é mais fácil eles se renderem Lua?


A detetive continua a atirar e matar os seguranças que aparecem, um a um.


- Não Sônia! A alta cúpula já tem sentença de morte decretada. Os seguranças, que estão atacando a gente, devem fazer parte do esquema.


Sônia percebe dois seguranças descendo por escadas num corredor próximos e corre para acertar os inimigos. Tal como Lua, ela não erra nenhum disparo. A dupla começa a se locomover em direção ao chão de fábrica, onde ficam os maquinários pesados. A intenção delas é chegarem em um espaço aberto e com várias rotas de fuga, saindo do ambiente restrito onde estão, uma área de passagem de funcionários que interliga alguns departamentos. No prédio onde ficam os escritórios, Heitor não acredita no que vê pela janela.


- São helicópteros vermelhos de elite? Tudo está saindo fora do controle ... Como Gârdhera descobriu nosso envolvimento com o desvio de tecnologia?


A mulher que está com ele no local pega dois coletes e metralhadoras de uma parede falsa.


- Ao invés de ficar admirando a vista, você deveria estar se preparando. Não sei quanto aos outros gerentes .... Você, eu tenho que tirar daqui. Vamos pelos túneis! Sua sala tem uma rota de acesso.


- Lógico que não! Só na sala da presidência. Os policiais ainda devam estar invadindo esse complexo de fábricas. Temos uns 20 minutos até chegarmos lá.


A mulher joga os equipamentos em cima do gerente que cai no chão.


- Já passaram os 20 minutos. Considere assim! Se você não se mover, eu atiro e tiro só seu corpo daqui. O que prefere?


Lua e Sônia chegam no local repleto de grandes forjas, empilhadeiras e máquinas de prensa. A detetive vê um inimigo vindo na direção delas atirando e puxa Sônia para a parceira não ser alvejada. Levando um tiro de raspão no ombro, Volie acerta nove tiros nos guardas que se aproximam e aniquila os novos adversários.


- Você tá bem Sônia?


A jovem não responde e atira por cima do ombro de Lua em outro soldado que iria surpreender as duas pelas costas.


- Estou Lua! Como está o braço?


- Vou sobreviver.


Apesar de focada, Lua está absurdamente tensa por dentro, pois não escutou nenhum som do celular que indicasse uma mensagem vinda de Minu.


“Ela tem que ter conseguido sair em tempo ... Ou pelo menos ter ido para os contêineres de segurança. Ela não pode estar nesse fogo cruzado. Ainda mais que sabem que ela é minha irmã ... Minu ... Escreve algo! Diz que você tá bem!”


A cada passo, a tensão e preocupação de Lua aumentam, ao ponto da respiração dela começar a ficar pesada e ofegante de forma contínua. Do lado de fora, policiais tentam entrar, mas drones estão atirando contra as equipes. Nisso, o presidente da Mork observa tudo pelas câmeras de segurança.


- Não há o que fazermos. A solução é liquidarmos esses soldados, reativarmos o sinal desligado por Gârdhera e enviarmos tudo que temos por aqui de dados. Com sorte, um batalhão aliado pode vir para dar cobertura e garantir que escapemos pelos túneis. Serão horas muito intensas.



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