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Lua Volie: A Letal Minu - Capítulo 14 (T1) | Light Novel Universo

Atualizado: há 14 horas

Capa da Light Novel Lua Volie: A Letal Minu - Capítulo 14 - Temporada 1


CAP 14 | A Letal Minu



Natália e Rick observam Minu ligando rapidamente para diversos contatos, enquanto Darkan está esvaziando a mesa dele. Os dois procuram não perguntar o que aconteceu, pois imaginam o pior. Então, após longos 15 minutos, Minu chama por Dankan.


- Vamos! Eu te dou carona!


Os dois seguem, rapidamente, para a saída, com Natália acenando para os colegas, os quais retribuem com sorrisos. Já no elevador para descerem, a dupla está muda. Inesperadamente, essa interação silenciosa segue ao longo de todo o trajeto. Minu não puxa conversa e nem muito menos Darkan.


“Ela tem um jeito estranho ... Eu não consigo imaginar o que passa na mente da Minu ... Melhor eu ficar atento, pois ela disse que um dia tentaria me matar ... Espero que esse dia não seja hoje.”


Após uma viagem de silêncio e tensão no ar, a dupla chega no parque finalmente. Minu e Darkan começam a busca pela localização das pedras falsas que o chefe deles havia dito. Então, Darkan fica sem entender o motivo da jovem ainda estar ali.


- Minu, você não deveria ir fazer a auditoria nas indústrias Mork? Não é perigoso você aqui comigo, num parque, procurando algo? Você não pensa que podem existir câmeras de segurança por aqui. Eu não tive tempo de checar essa área antes. Não é arriscado?


- Darkan ... Por isso que eu digo que foi bom o chefe ter me mandado vir junto. Acho que você não pensa, Darkanzinho. Seria altamente suspeito, um homem, aqui nesse parque, mexendo sozinho nas pedras. Não?! Se alguém se aproximar, eu digo que você me deu um anel de presente e a joia caiu da minha mão. Nisso, ela rolou pelo chão e a gente tá aqui procurando. Quanto as câmeras ... O chefe já as desligou. Agora vamos logo! Quero ter certeza de que você irá fazer seu trabalho correto dessa vez.


- Você é o Jax ... Desculpa perguntar Minu. Vocês dois tinham ou já tiveram alguma coisa? Eu não fui responsável pela morte dele ... Eu já disse. Foi um policial, alguém que brotou do nada. Eu até fiquei preocupado por aquela pobre coitada invadir o prédio sem suporte. O policial era uma mulher. Foi ela quem ...


Enquanto Minu continua a procurar pelas pedras falsas que contêm a maleta com a tecnologia contrabandeada, ela fica cada vez mais irritada com os comentários de Darkan.


- Não uma policial qualquer ... Darkanzinho. Quem matou o Jax foi minha irmã! A mulher pela qual o Jax era apaixonado, mas não teve tempo de contar para ela. Você, agora, entende por que eu estou com tanto ódio disso tudo? Além disso! Antes que você pergunte. Não! Ela não sabe do contrabando de tecnologia daqui de Gârdhera para Sápotas. Ela está limpa.


Darkan está em choque. Ele finalmente percebe o quanto Minu é perigosa. Ela é um tipo de pessoa capaz de envolver a própria irmã, uma policial, num esquema ilegal sem que essa parente desconfie, enquanto, provavelmente, passa-se como uma boa pessoa para a família. Entretanto, Darkan não tem muito tempo para pensar.


Longe do parque, no escritório da indústria Mork, para onde Minu irá após auxiliar Darkan, Heitor está de pé olhando em direção a um armário com várias pastas.


- Ela ligou para o meu pai. Ligou para a o vice-secretário do consulado de Renkar ... Falou com o governador do distrito daqui ... Além disso tudo ... Ligou para cinco membros do conselho que administram essa fábrica. Ela fez tudo como esperávamos.


Uma mulher loira, com olhos azuis fatais, está sentada numa cadeira giratório. Ela faz as unhas enquanto escuta o gerente.


- Ótimo. Será importante que ela tenha ligado para tantos contatos. Assim, quando levarmos essa cobaia, poderemos jogar as suspeitas em vários nomes importantes. Afinal, todos estão sabendo para onde ela está se dirigindo. Com tantas pessoas influentes como suspeitas, logo o caso será arquivado.


- Ainda acho que poderíamos dizer que ela está envolvida com contrabando de tecnologia. Assim, aproveitaríamos e mancharíamos a imagem da detetive Lua Volie. Imagine ser da polícia e ter uma irmã criminosa envolvida em esquemas tão complexos, sujos e pesados. Impossível alguém dizer que ela não estava sabendo das ações da irmã. A Lua Volie tem sido uma pedra no meu sapato há alguns meses.


- Talvez, caso você focasse mais no trabalho do que nos prazeres sórdidos que possui Heitor, ela não estaria sendo um problema. De qualquer forma, deixe isso para lá. Lembre-se que o irmão dela trabalha com aquela pessoa. Se fizermos muitos movimentos descuidados, aquela pessoa pode entrar em ação. Por hora, ele ainda pretende que aquela pessoa continue viva.


- Levar a Minu como cobaia tudo bem? Manchar a carreira da Lua não? Eu não entendo ... O Dimi não é irmão das duas. O que vamos fazer com a Minu é muito pior do que deixar alguém sem emprego ou reputação.


- Acredito que eles tiveram que optar entre uma coisa e outra. Seria ruim, agir sobre as duas ao mesmo tempo. Quem sabe, a Minu não dará uma boa peça de substituição?


No parque, sons de tiros. Após escutar a revelação de Minu sobre a identidade da policial, Darkan tinha virado levemente a cabeça e percebido um homem perto deles com uma arma. Foi tudo tão rápido que Darkan só teve tempo de empurrar Minu para o lado e levar um tiro na perna.


Ao ver o que tinha acontecido, Minu saca um revólver e acerta um tiro certeiro na cabeça do homem. O inimigo deixa cair a chave de um veículo. Rápida e ágil, ela pega as chaves.


- Aquele carro pardo ali. Deve ter mais alguma coisa lá.


Nisso, Minu manda Darkan se esconder no meio das plantas, pois está chegando alguém. Com um olhar frio e desprovido de alma, a secretária joga o corpo do desconhecido num lago em frente. Em seguida, ela se afasta. Minu, então, vê um guarda do parque se aproximando. Agora, exibindo um olhar doce, sereno e frágil, ele pede ajuda para abrir a porta do carro, que não é o dela. Ao longe, Darkan observa tudo, mas, ao olhar para baixo, encontra uma pedra aberta. Antes que possa pensar qualquer coisa, o jovem escuta uma explosão extremamente forte.


“MERDA!”


Meio surdo por causa da explosão, ele perde a noção de tempo e espaço por alguns minutos. Darkan está zonzo. Então, ele sente alguém puxando-o pelo braço.


- Darkan vamos sair daqui. Era um carro-bomba. O assassino que mandarão para cá era tão bom que deixou as chaves caírem no chão de propósito. Isso explodindo foi o plano B dele caso não terminasse o serviço. Anda logo!



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