Jur Secleze: Conversa Entre Irmãos - Capítulo 18 (T1) | Light Novel Universo
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Atualizado: há 15 horas

CAP 18 | Conversa Entre Irmãos
Nigue continua a andar em direção ao laboratório onde Naira está e no meio do caminho encontra com Jor novamente.
- Bom dia Jor ...
Ao passar pelo rapaz, ela continua a falar como se o esbarrão de antes nunca houvesse acontecido.
- Dá uns conselhos para o seu irmão mais novo, que ele tá precisando com urgência!
- Então tá ...
O jovem fica sem entender pela ausência de um pedido de desculpas, mas não reclama com a pesquisadora.
- Já tô vendo que meu maninho deve ter pisado na bola com ela ... Quando que esses dois começaram a namorar e eu não fiquei sabendo. Deixa eu dar um pulo lá no quarto dele pra me atualizar sobre as novidades.
Jur, por sua vez, está deitado sem conseguir dormir. O rapaz reflete que deveria ter conversado com Nigue e Naira antes de levar as amostras.
- Eu odeio admitir, mas a Nigue está com toda a razão. Por que eu tive aquela estranha e absurda ideia de tirar as amostras do laboratório? Pensando bem, não era o correto a se fazer naquele momento. Eu poderia ter proposto a elas de ficarmos com um pouco aqui para estudarmos.
Então, ele escuta uma batida educada à porta.
- Esse tipo de toque é do Jor! Será que teve outro problema? Não! Nigue não contaria pra ele! Contaria?
Jur se levanta desesperado, pois o irmão mais velho dele é correto demais! Caso Jor fique sabendo do que Jur fez, ele mesmo denuncia o irmão para o diretor. Tentando demonstrar calma, o jovem abre a porta.
- Jor! Tá tudo bem? Você quase nunca vem aqui.
- Posso entrar irmão?
- Lógico! Vamos! Só não repara a bagunça!
Jor entra e se senta numa cadeira. Jur fecha a porta e está com o coração palpitando de nervoso.
- Então maninho. Vou direto ao assunto. Passei pela Nigue e ela disse que você precisa de uns conselhos. Mais cedo, quando ela estava vindo para cá, estava furiosa. Resumo ... Quando vocês começaram a namorar?
Jur desaba por dentro ... Ele imagina que teria sido melhor Nigue ter contado sobre a amostra. Agora, o rapaz não sabe o que dizer para o irmão mais velho.
- Bom! Jor ... Então ...
Antes que o cientista pudesse inventar uma desculpa o braço implantado de Jor começa a ficar reativo. Fagulhas começam a correr pelo corpo do pesquisador e o braço começa a carregar como se fosse disparar um ataque.
- Irmão ... Tá tudo bem?
Jor escuta Jur, mas não responde, pois está focando em controlar o membro rebelde. Com a mão do braço natural dele, Jor faz movimentos com os dedos sobre a superfície do outro braço, o que parecem serem códigos de contato.
- Jur! Se afasta! Eu não sei o que está acontecendo!
O braço implantado começa a brilhar em azul e branco, algo que nunca tinha acontecido antes.
- Irmão, seja o que for, não irei sair daqui até saber que você está bem! Isso já aconteceu antes.
- Jur! Vá para longe! Não quero que você corra riscos.
Imediatamente, Jur pega o celular e manda uma mensagem para Jer.
- Tô pedindo pro Jer vir aqui com alguém pra ajudar.
Fagulhas elétricas começam a percorrer todo o ambiente, mas Jur não se afasta do irmão.
- Cara! Seja o que for isso, só não pode mandar a gente pelos ares. Esse poder é incrível Jor!
Jor fica surpreso. O cientista, que estava preocupado de colocar o irmão em risco, fica surpreso ao ver que Jur está admirado com tudo aquilo.
“Jur não pensa ... Isso é perigoso ...”
Até o braço implantado, que está descontrolado, dá um leve tremor e para de ficar reativo.
“Até o braço-arma ficou confuso com a reação do meu irmão.”
- Dentro do armário, diversas agulhas roxas, que estavam apontadas para os irmãos, parecem ter perdido a intensão de atacar. Elas começam a desviar de ângulo e vão retornando para a amostra biológica que fugiu de Nigue.
- Jor! Seu braço é muito surreal! Ele tava brilhando de uma forma espetacular! Tem certeza de que isso nunca tinha acontecido antes.
O irmão mais velho ficar observando o braço sem entender o que aconteceu.
- Jur ... Depois falamos sobre a Nigue. Eu preciso ir ver o diretor. Estou bem! Já volto.
- Eu vou com você! Deixa só pegar uma camisa.
- Não precisa! Volte a dormir mais um pouco. Eu vou e já volto ... Eu acho!
Tocando o ombro de Jur com o braço normal, o irmão mais velho tenta tranquilizar o rapaz.
- Só quero que você esteja bem e em segurança. Fique aqui e feche as portas. Avise o Jer para ficar onde ele estiver!
Jor sai rapidamente do quarto e teme que a base esteja prestes a ser atacada. Jur por sua vez faz como Jor solicitou. Após escrever para Jer, ele começa a sentir um sono profundo.
- O que ... O que ...
Jur desaba no chão sem conseguir chegar na cama.
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