Renguri: Missão Rumo À Masmorra - Capítulo 15 (T1) | Light Novel Universo
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- 19 de fev.
- 4 min de leitura

CAP 15 | Missão Rumo À Masmorra
A viajante com a máscara dourada, que é uma aventureira também, permanece em silêncio enquanto escuta as conversas, de todos ali dentro, sobre o que acabaram de presenciar e os acontecimentos mais recentes no lugar. Entretanto, ao escutar falarem muito mal sobre o Rei Grifo, ela não consegue manter a neutralidade que gostaria.
- Cuidado com tudo o que vocês escutam. É de saber geral que o Rei Palhaço invoca heróis e o Rei Grifo assassinos das trevas. Entretanto ... Como estaria nosso mundo se só existisse o Rei Palhaço? Será que, realmente, o Rei Grifo é o monstro que pintam?
Puxando uma cadeira e se sentando com calma, ela olha na direção dos mais exaltados ali dentro da Guilda GRIDI.
- Todos sabem da fama sádica dos exércitos do Rei Palhaço.
Nisso, a recepcionista da guilda demonstra um tom preocupado.
- Isso é estranho ... Muito estranho mesmo. O Samurai das Nove Mortes é um dos assassinos invocados pelo Rei Grifo para lutar ao lado dele na guerra contra o Rei Palhaço. Não faz sentido que ele esteja na dungeon número 8 da família Nobraska. Será que o Rei Grifo está escondendo algo de nós?
Ao falar isso, Talia tem um pensamento que deixa escapar em voz alta.
- Pior ... Será que os Nobraska estão aliados, diretamente, com o Rei Grifo? Tudo bem que aqui é território do Rei Grifo, mas eles são nobres que sempre se mantiveram neutros.
Após o comentário da jovem, os aventureiros trocam olhares de preocupação. Eles nunca imaginaram que algo tão importante, quanto a presença de um dos assassinos das trevas na dungeon, pudesse ser mantido em segredo. De repente, um rapaz ruivo bate com força na mesa.
- Não importa se o Rei Grifo está escondendo algo de nós ou não. Nós somos aventureiros! É nosso dever explorar essa dungeon e descobrir o que está acontecendo lá dentro! Se o Samurai das Nove Mortes está lá, iremos encontrá-lo e descobriremos a verdade.
Quase como num surto coletivo, os outros aventureiros concordaram.
- Ele pode estar fugido dos campos de batalha. Se escondendo! Uma hora ou outra o Rei Grifo irá descobrir ele aqui e pode achar que demos cobertura.
Talia não sabe se esconde o rosto de vergonha pelo fato dos aventureiros dali serem tão impulsivos e imediatistas. Apesar de querer dizer para eles pensarem melhor, ela se culpa por ter dito o que disse em voz alta. Ela sabe que uma vez que o pessoal bota uma coisa na cabeça, eles não mudam.
- Muito bem ... Eu vou preparar as papeladas das equipes e vocês podem partir amanhã cedo. Entretanto, tomem muito cuidado! Essa dungeon é perigosa e está cheia de armadilhas. Além de monstros poderosos. Não quero que nenhum de vocês se machuquem. Nove Mortes deve estar com 200.000 anos, mas ainda deve ser muito poderoso.
Os aventureiros agradecem e saem da Guilda GRIDI, cada um com seus próprios motivos para explorar a dungeon. A viajante aventureira segue atrás deles e parece saber mais do que está disposta a compartilhar.
“Eles não mudam nunca ...”
Do lado de fora, ela olha a mercadoria na carroça.
“Está todo mundo muito agitado agora. Eu negócio esses produtos amanhã com o irmão da Talia.”
Após aplicar um talismã de proteção, o qual conserva os alimentos, ela olha para a Lua – imensa e linda no céu noturno.
- Agora, o máximo que eu conseguiria seria vender por um valor bem abaixo do preço. Além disso, não estou com cabeça para negociações no momento.
Na manhã seguinte, os aventureiros se encontram na entrada da dungeon. Todos eles estão prontos para iniciarem a exploração em busca do Samurai das Nove Mortes. Enquanto se preparam, a guerreira mascarada pensa sobre uma lenda que ouviu quando criança.
“Será possível que a dungeon que estamos prestes a explorar seja o lar do imenso Grifo de Diamante, aquele que ajudou na luta contra o Rei Palhaço em épocas remotas?
Dentro da Dungeon Número 8 da Família Nobraska, Renguri está coletando as ervas que procurava. Apesar da calmaria no ambiente, o jovem está bem reflexivo.
“Congelar da Morte ... Poder usar os adversários que eu derrotar como zumbis de gelo. Entretando, eu sou um tipo de ninja com poderes congelantes. Eu vi que o livro, deixado por Sassandra comigo, tem vários movimentos de espada para luta ofensiva. Eu acredito que não vou me sentir bem usando inimigos como zumbis. Acho que vou me esforçar para aprender a lutar e vencer o Fênix do Meio-Dia no braço mesmo ... Melhor dizendo, na espada.”
Ele para e observa o enorme vazio ao redor. Estranhamento, aquele andar é um lugar calmo e sossegado.
“Eu vi pouquíssimos monstros aqui. Foi como o Krai falou. Tem andares que repelem as criaturas. Nesses, o segredo é não perder tempo ao encontrar um inimigo, pois são extremamente traiçoeiros. Ainda preciso entender como que os monstros mais ardilosos não são afetados pela repulsão do andar, mas enfim ...”
Após concluir a tarefa, Tomás se sente um pouco melhor naquele novo mundo.
“O desconforto que eu estava sentindo por estar aqui diminuiu bastante. Além disso, tenho sentido meu corpo mais leve e até um pouquinho mais forte. Será que eu ganho algum status ou habilidades dos Renguris anteriores, ainda que ninguém saiba que isso seja possível. Poxa ... Eu vou lutar contra um cara que já ganhou um monte de poder de graça. Para piorar, as técnicas dele devem ser todas brabas e apelonas.”
Tomas olha para o pingente que carrega no pescoço, o qual é a espada numa versão portátil.
- Eu tenho três técnicas, um livro e uma espada. Ah! Que confusão me meteram?
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