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Agari Nokori: Peças De Um Quebra-Cabeças - Capítulo 11 (T1) | Light Novel Universo

Capa da Light Novel Agari Nokori: Peças De Um Quebra-Cabeças - Capítulo 11 - Temporada 1


CAP 11 | Peças De Um Quebra-Cabeças



Muito além do limite de velocidade permitido, alguém pilota uma moto em uma linda e magnífica estrada flutuante, sobre um lago colossal, em direção à cidade de Rironke, a qual é marcada pelos imensos prédios que mesclam tecnologia e natureza. A figura peculiar não parece se importar com os carros que estão pela frente e nem mesmo para a lei, pois ele ultrapassa tudo pelo caminho.


“Rironke ... Não é ... Faz um bom tempo que não vou para lá ...”


Ele é conhecido como Caçador Obstinado. Dono de um corpo forte e altamente musculoso, ele sempre usa uma jaqueta marrom de tom bem claro, tendendo para o cinza. Apesar de ter um corpo humano do pescoço para baixo, a cabeça dele é a de um rinoceronte robótico cyberpunk altamente tecnológico. No lugar dos olhos ele possui um imenso visor, tipo de capacete de motociclista, pelo qual recebe ordens e missões. Então, chega uma notificação para o viajante.


“Uma Cobaia Sensorial identificou a presença de Tila Nurdes próxima de onde estou. Ao que tudo indica, ela está junto de Mife Rubron.”


O aviso deixa claro para o Caçador Obstinado abortar a missão e não se dirigir até elas. Segundo as instruções, o nível de perigo das duas juntas é muito maior do que ele pode lidar. Ainda correndo, o estranho ser não desacelera e reflete sobre a situação.


“Quando as meninas se reúnem, o nível de ameaça total é o resultado da multiplicação do perigo individual de cada uma. Não é um simples somatório.”


Imediatamente, surge outra notificação pelo visor que ele tem na cabeça.


“Batalhão de Captura Alfa será enviado.”


O Caçador Obstinado, apesar das ordens, não dá meia volta e retorna até Gârdhera. Pelo contrário ... Ele continua indo em direção ao local onde estão os alvos na cidade de Rironke.


- Aqueles caras que vão se ferrar ... Nunca que eu vou recuar estando tão perto!


No hotel em Rironke, Mife está dando tapas no ombro de Agari.


- ANDA! FALA AGARE! CONTA AZUL! Que história é essa dessa cantora de k-pop te chamar de ... de ... DE QUERIDÃO! CONTAAAAA!!


Tila Nurdes, por sua vez, morre de rir no chão. Enquanto rola vendo a cena, ela vai comendo mais doces. Nisso, Agari está sem entender nada. O humanoide azul só consegue pensar em procurar, com os olhos, a mochila verde que sempre está com ele.


“Puxa ... Puxa vida ... Cadê a mochila ...”


Agari, literalmente, nem sente os tapas que Mife está dando nele, pois ele é um humanoide revestido por uma blindagem altamente resistente. Toda a atenção dele é achar a objeto de viagem. Então, finalmente, ele fica mais aliviado.


“Ah! Tá ali!”


Após localizar o item mais precioso que ele tem, Agari olha pra Mife e se dá conta que está levando “tapinhas”.


- Calma Mife! Eu já vou explicar.


Rapidamente, Tila levanta-se e fica espantada da mochila verde estar ali.


- Ué?! Como isso tá aqui?


Agari anda pelo quarto e pega o objeto. Após levantar o acessório e conferir a superfície externa do item por completo, ele olha na direção de Tila.


- Tila ... Teve uma vez que eu perdi a mochila num mundo estranho, mas ela reapareceu do meu lado quanto voltei


- AHHHHH! Tendi ... Tendi foi nada!


- O problema, Tila, é que ... Bom ... Eu sempre faço anotações. Numa dessas estava escrito que se perco a mochila, eu nunca mais retorno ao mundo onde ela foi abandonada.


Então, Agari volta a olhar para o objeto. Quando vai, finalmente, abrir a mochila, ele percebe que está ganhando uma nova sequência de tapas. Dessa vez, desferidos pela Tila Nurdes. A jovem reclama com energia e sangue nos olhos.


- Por que ... você ... não me contou ... isso antes? Se você não voltar para o mundo das cobras, talvez eu nunca mais consiga retornar para lá.


Agari nem se atreve a falar nada, mas pensa sobre aquilo tudo.


“É .... Isso vai ser um problema ... Pelo visto, ela é igualzinha a Mife ... Só vai me fazer passar vergonha.”


Tila continua a dar tapas no ombro de Agari. A jovem repete várias vezes a mesma pergunta.


- COMO! COMO VAMOS VOLTAR? DIZ ... COMO?


Mife, vendo aquilo tudo, está rindo e comendo doces.


- A estranha se ferrou! HÁ! HÁ! HÁ!


Então, Tila olha para Mife.


- Do que você está rindo pirralha? Até eu voltar para o meu mundo, vou ficar aqui com vocês!


Então, Mife dá um pulo da cama e fica cara a cara com Tlia.


- Lógico que não! Né Agari?


Agari, simplesmente, olha pra cima.


- Mife ... Bom ... Então ...


Mife, que estava se preparando para comer mais um doce, percebe a insegurança na voz de Agari.


- Ah não! Aaaaah! NÃO! Agari!



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