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Agari Nokori: Fugindo de Gârdhera - Capítulo 18 (T1) | Light Novel Universo

Atualizado: há 4 dias

Capa da Light Novel Agari Nokori: Fugindo de Gârdhera - Capítulo 18 - Temporada 1


CAP 18 | Fugindo de Gârdhera



Agari segue a dupla até um amplo salão com um colossal portão de saída. Os empregados estão andando sem falar mais nada.


“Ué! O papo entre eles acabou? Pensei que eles fossem mais comunicativos entre eles. Será que sentiram que estão sendo espionados e resolveram ficar de boca fechada ... Se for isso, eles possuem boa percepção. Que coisa ... Será melhor sair e explorar do lado de fora. Eles já estão andando, em direção a lugar nenhum, há 10 minutos e sem falar qualquer coisa.”


Devagar, o humanoide se afasta e segue em direção aos portões, que estão abertos e sem nenhum guarda.


“Estranho ... A saída desse castelo não é protegida? Eles estavam com medo de magos, mas o local não tem segurança nenhuma? Será que os empregados na cozinha não exibiram qualquer reação, pois o pessoal aqui é do tipo que não se defende? Nunca ...”


Após algumas horas de caminhada, Agari chega numa floresta no Mundo das Cobras.


- Eu estou achando essa vegetação fascinante. Falar verdade ... Fascinante e extraordinária até demais por meu gosto.


Ele, então, observa um camaleão ferido perto de uma planta.


- Tadinho ... Deve ter sido atacado por um predador. Vou dar uma ajudinha!


Quando Agari vai se aproximar, ele observa que o camaleão come algumas folhas de uma planta e o ferimento, instantaneamente, fecha. Agari fica fascinado.


- Isso foi incrível! Tenho de fazer uma leitura do código genético desse vegetal. Depois, eu tento sintetizá-lo.


Agari tira um pequeno bastãozinho da mochila e, após encostar na planta, faz um mapeamento gênico completo.


- Ué ... O código genético é composto por 19 pares de bases nitrogenadas diferentes. Esse mundo é mesmo incrível!


Agari olha para o céu ... Observa a vegetação ... Analisa com os olhos o ambiente em volta ... Ele, então, pega um pequeno perfurador e coleta um pouco de rocha próxima a planta.


- Eu estou começando a suspeitar que todo esse Mundo das Cobras possa ser sintético.


Então, Agari aciona o dispositivo Leitor de Mundos e pede que ele crie uma rota em direção à Biblioteca Nasu, um dos locais indicados na lista de tarefas do caderno de instruções.


- Será que dou sorte e o Leitor de Mundo consegue traçar um caminho ... Estou torcendo para que esse local, para onde devo ir, não seja muito distante da porta que me deixou nessa dimensão.


Após uns segundos de processamento, o aparelho exibe um mapa holográfico que o humanoide memoriza imediatamente.


- Boa! São umas duas horas de caminha pesada ... Sorte que eu não me canso. É torcer para eu conseguir chegar lá antes de alternar de mundo, do nada!


Agari segue viagem com Suge na cola dele. Para o azar do híbrido com cabeça de sapo, ele anda mais devagar que o viajante azul. Além disso, o agente já parou duas vezes para recobrar o fôlego.


- Esse local não tem fim não!


Ele está sentado no chão, perto dos computadores onde Agari pegou o caderno de instruções para ligar os aparelhos. Suge, conferindo a localização de Agari, reclama sem parar.


- Esse cara não faz pausas? Ele só segue e não descansa. Esses corredores são irritantemente longos ... Uma extensão sem fim ... Ele já deveria ter feito acampamento e ter cochilado, mas nada.


Após se levantar, ele segue jornada espantado com a resistência física de Agari. Após duas horas seguindo pelo mesmo corredor que o humanoide azul já tinha passado, Suge encontra a porta que Agari achou para entrar no Mundo das Cobras.


- Finalmente ...


Após virar a maçaneta e passar pelo local, ele contra os empregados da cozinha preparando um imenso banquete. Todos o olham ... Diferentemente do que foi para com Agari, aquelas pessoas não podem ignorar a presença de um ser tão forte e monstruosamente musculoso com cabeça de sapo na frente deles. Todos abandonam os postos e saem correndo gritando.


- Que povinho mais medroso ... Eu nem sou tão feio ...


Suge anda pela cozinha e aproveita para passar o dedo sobre uma cobertura de bolo. Ao sentir o gosto da comida, ele dá meia volta e se senta na mesa com várias iguarias.


- Ah! Quer saber de uma coisa! O alvo que espere! Eu vou forrar o estômago antes. Se ele não para de andar, que morra seco de fome.


Suge começa a comer tudo que está ali como se não houvesse amanhã. O agente, simplesmente, não tem modos e vai pegando tudo com a mão mesmo. Do lado de fora, por detrás da porta, poucos empregados têm coragem de espiar Suge devorando os alimentos. Enquanto isso, os outros que correram estão indo em direção aos soldados que treinam no pátio externo do castelo.


- Vamos! Precisamos avisar aos oficiais antes que aquele monstro chegue à sala da Rainha!


Sem nem imaginar o que está acontecendo no Castelo das Cobras, Agari segue caminho pela floresta. De dentro das árvores, câmeras monitoram o humanoide azul. Ele, por sua vez, já sabe que está sendo seguido por drones, pois o sensor de calor dele já detectou a presença dos equipamentos.


- É ... Acho que terei companhia em breve. Pelo registro térmico, esses aparelhos estão me seguindo já tem um tempinho.



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